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sábado, 6 de março de 2010

O Prazer


O Prazer. Ah, o prazer! Será que existe algo mais instintivo que o prazer? O prazer é talvez o que mais facilmente demonstra o quanto nós, seres humanos, somos criaturas guiadas por instintos. Instintos que foram colocados em nós de uma forma claramente pensada, com objetivos perfeitamente definidos. E quem, se não o Criador, para nos programar de forma tão perfeita?
Vamos começar pelo “Top of mind” do prazer: o sexo! Dizem que sexo, até quando é ruim, é bom. Mas, por favor, me responda: quem, em sã consciência, iria querer fazer sexo se não fosse o prazer que ele causa? É um esforço danado, um vai-e-vem sem fim, um esfrega-esfrega da moléstia. Isso se a cama estiver bem firme, porque se não é um “nheco-nheco” de endoidar. Mas tem o prazer. E isso muda tudo! Aí compensa tudo! E qual é a razão pela qual nós fomos programados para ter prazer no sexo? Pela preservação da espécie. Nada mais animal e instintivo, não? Somos como que conduzidos a buscar algo que nem é tão confortável, simplesmente porque fomos programados para que o busquemos e, assim, não sejamos exterminados da face da terra. Se fazer sexo fosse como meter o dedo numa tomada e tomar um choque elétrico daqueles, era o fim da humanidade.
E o que dizer de outro prazer indiscutível: comer? Quem não tem pesadelos com uma torta alemã, quando está de regime? E o que dizer de um bifinho com ovo de um almoço que só saiu às 16 h da tarde? Huuuum. É a própria definição de prazer! E como não salivar diante de uma vitrine de padaria cheia de doces? E por que isso, meu Deus? Por que foi que Ele colocou também o elemento prazer no ato de comer? A resposta novamente revela a nossa faceta de seres programados para buscar, ainda que inconscientemente, a preservação da espécie.
Então é isso: o prazer é unica e simplesmente uma recompensa por fazermos aquilo que era esperado que fizéssemos. É desalentador, não é mesmo? Mas é verdade.

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